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São Paulo

Defesa Civil entrega kits de estiagem para 51 municípios da região de Marília

Entregues a 84% dos municípios do estado, equipamentos reforçam a prevenção e o combate a incêndios florestais durante o período de seca

16/06/2026 18h57
Por: Redação / Blog QP
Fonte: Secom SP
O kit tem 41 equipamentos, entre eles enxada, abafador, boné, óculos de proteção, lanterna, cantil e luva, e é entregue diretamente aos municípios ou produtores rurais, após treinamento com a Defesa Civil – Foto: Divulgação/Governo de São Paulo
O kit tem 41 equipamentos, entre eles enxada, abafador, boné, óculos de proteção, lanterna, cantil e luva, e é entregue diretamente aos municípios ou produtores rurais, após treinamento com a Defesa Civil – Foto: Divulgação/Governo de São Paulo

A Defesa Civil de São Paulo entregou, desde o início de 2026, kits de estiagem para 51 municípios da região de Marília, para apoiar ações de prevenção e resposta a incêndios florestais. A iniciativa, que já equipou 543 municípios do estado (84% do total), integra a Operação SP Sem Fogo, coordenada pela Defesa Civil do Estado.

O kit tem 41 equipamentos, entre eles enxada, abafador, boné, óculos de proteção, lanterna, cantil e luva, e é entregue diretamente aos municípios ou produtores rurais, após treinamento com a Defesa Civil. As entregas fazem parte da estratégia estadual de preparação para a temporada de estiagem, período em que aumentam os riscos de queimadas em diversas regiões paulistas.

Além dos kits contra estiagem, neste ano o Governo de São Paulo já equipou mais de 190 defesas civis municipais com pacotes mais completos, exclusivos para reforçar o aparelhamento dos municípios contra incêndios. Nesse processo, são entregues caminhonetes 4×4, kits de combate a incêndio de 400 litros, com tanque, bomba motorizada e mangueira, e motosserras, por exemplo.

Os materiais permitem uma resposta mais rápida às emergências e ampliam a capacidade operacional dos municípios. A atuação preventiva é fundamental para reduzir os impactos causados pelas queimadas, proteger áreas de vegetação nativa e garantir mais segurança à população.

Municípios contemplados na região de Marília:

  • Álvaro de Carvalho
  • Alvinlândia
  • Arco-Íris
  • Assis
  • Bastos
  • Bernardino de Campos
  • Borá
  • Campos Novos Paulista
  • Cândido Mota
  • Canitar
  • Chavantes
  • Cruzália
  • Echaporã
  • Espírito Santo do Turvo
  • Fernão
  • Florínea
  • Gália
  • Garça
  • Herculândia
  • Iacri
  • Ibirarema
  • Ipaussu
  • João Ramalho
  • Júlio Mesquita
  • Lupércio
  • Lutécia
  • Maracaí
  • Marília
  • Ocauçu
  • Óleo
  • Oriente
  • Oscar Bressane
  • Ourinhos
  • Palmital
  • Paraguaçu Paulista
  • Parapuã
  • Pedrinhas Paulista
  • Platina
  • Pompéia
  • Quatá
  • Queiroz
  • Quintana
  • Ribeirão do Sul
  • Rinópolis
  • Salto Grande
  • Santa Cruz do Rio Pardo
  • São Pedro do Turvo
  • Tarumã
  • Timburi
  • Tupã
  • Vera Cruz

Operação SP Sem Fogo

Os pacotes integram as ações da Operação SP Sem Fogo, programa permanente do Governo de São Paulo voltado à prevenção e ao combate aos incêndios florestais.

Além da distribuição de equipamentos, a operação reúne ações de monitoramento, capacitação de agentes municipais, campanhas de conscientização e integração entre Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, secretarias estaduais e prefeituras.

Neste ano, o estado também contará com novas ferramentas de monitoramento, incluindo o programa Muralha Paulista do Fogo, que utilizará sistemas de câmeras para auxiliar na identificação precoce de focos de incêndio e agilizar a resposta das equipes em campo.

Muralha do Fogo

Com base na tecnologia da Muralha Paulista, da Secretaria da Segurança Pública, que integra câmeras públicas e privadas para monitoramento de placas, reconhecimento facial e identificação de foragidos, o Muralha do Fogo ampliará a capacidade da Defesa Civil de acompanhar queimadas em tempo real.

Além das imagens da Muralha Paulista, o Muralha do Fogo será alimentado com imagens de todas as concessionárias da Artesp e do DER, que monitoram as principais rodovias do estado, permitindo que o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) acompanhe os focos ativos de incêndio e amplie a capacidade de decisão estratégica durante as ocorrências.

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